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Quarta, 01 de Outubro de 2014
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Reunião da Jupof propõe alternativas para equilíbrio financeiro
30/03/2011 15h28
Foto: Superintendente Otávio Alexandre, secretário de Gestão e Planejamento Giuseppe Vecci e da Fazenda Simão Cirineu Dias abrem reunião da Jupof

O secretário de Gestão e Planejamento, Giuseppe Vecci, reuniu secretários e superintendentes de gestão, planejamento e finanças dos órgãos do estado para expor a situação financeira no governo e propor formas para que os órgãos arrecadem mais receita ou consigam mais recursos. O secretário da Fazenda, Simão Cirineu Dias, também fez exposição sobre os números do estado e apresentou tabelas com a despesa e a receita estadual.

A reunião faz parte do encontro da Junta de Programação Orçamentária e Financeira (Jupof) cujos membros são os secretários e superintendentes da Secretaria de Gestão e Planejanto (Segplan) e da Fazenda (Sefaz).

O titular da Segplan também convocou os outros órgãos a trabalharem para auxiliar o governo, principalmente aqueles com possibilidade de gerar receita própria. Nesse rol estão taxas, multas, aluguéis, prestação de serviços, contribuições, licenciamentos, cadastros, leilões e alienações.

Ele ainda pediu às pastas que trabalhem em projetos que possam ser inscritos em convênios, o que seria mais uma forma de captar recursos. Entre os caminhos para atingir tal objetivo, ele citou o Orçamento Geral da União, as emendas dos deputados federais e organismos multilaterais, como BID, BIRD e fundos nacionais e internacionais. Engenharias financeiras públicas, parcerias público-privadas e operações junto ao Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES também foram numeradas como saídas.

Giuseppe Vecci salientou que, apesar da contenção de gastos no governo, a demanda por mais recursos para investimentos continua. “Estamos lutando para alavancar receitas extras com outras ações, como a venda da folha salarial, antecipação de royalties e o programa Recuperar. Temos que ter ousadia e garra”, afirmou.

Simão Cirineu Dias mostrou preocupação quanto à alta taxa de vinculação do ICMS e reconheceu não ser possível dar a dotação orçamentária total às pastas. “Mas sabemos que temos que repassar um valor mínimo para não prejudicar os trabalhos. O ajuste fiscal vai depender de nós mesmos e temos que produzir equilíbrio ainda este ano”.

Comunicação Setorial - Segplan

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